Normalmente  fico filosofando e imaginando o futuro quando vejo filmes como: “Matrix”, “De volta para o futuro” e “O exterminador do futuro”. Fico pensando em como será em 2050, ou em um próximo século ou milênio. Todavia a grande observação que deve-se atentar é pelo fato de que estamos a caminho. A fim de chegar em carros voadores, roupas que ventilam, skates com propulsores de ar, há de se despertar para um novo crescimento intelectual da industria. É a chamada, Industria 4.0. Na internet há muito artigos bons exemplificando e dissertando sobre pontos negativos e positivos, se fala sobre Big DATA eMachines to Machines. Mas afinal estamos preparados para isso?

Cansada de ver passos de formiga, acredito que não há somente uma revolução industrial como há uma evolução humana, dentro da competência técnica e relacional. Se houve perseguição a James Watt ou a Henry Ford pelo corte de profissionais ocupados por máquinas o que será do povo com essa nova transformação?

Bom, se há capacitação de terminações eletrônicas onde há conversas entre sistemas, troca de informação, que se transformou em algo onipresente, há de se pontuar uma nova mudança nos processo de produção de pessoas. Se há uma PLM ( Product Lifecycle Managment) que consegue tomar decisões em: custos, contingência e segurança, assim sanando falhas que são identificadas e corrigidas em tempo hábil sem prejudicar a produção total de um produto excelente, como não tornar obsoleto o uso pessoal na indústria? Simples! Cuidando do que há em volta.

Desde o conceito paper less, um grande aliado da natureza até a valorização do profissional que está por trás da máquina. Não somente na manufatura, engenharia ou gestão, mas nos relacionamento pessoais que serão mais estreitos, caminhando para uma total unidade, gerando crescimento. Estamos então caminhando para estar adaptados a industria 4.0. Talvez não somente no modo profissional mas sim da maneira respeitosa e auxiliadora, que temos em nosso micro chip, valorizando os relacionamentos.