Introdução ao CM

Gerenciamento de Configuração

O CM aplicado ao longo do ciclo de vida de um processo fornece visibilidade e controle de seus atributos de desempenho, funcionais e físicos. O CM verifica que um processo performe conforme o previsto e seja identificado e documentado com detalhes suficientes para suportar o ciclo de vida projetado. O processo CM facilita o gerenciamento ordenado das informações dos processos e das mudanças ao longo dos processos para fins benéficos para revisar a capacidade; melhorar o desempenho, a confiabilidade ou a manutenção; prolongar a vida; reduzir o custo; reduzir risco e responsabilidade; ou corrigir defeitos. O custo relativamente mínimo de implementar CM é retornado muitas vezes através de custos adicionais que são evitados.
CM enfatiza a relação funcional entre partes, subsistemas e sistemas para efetivamente controlar as mudanças ao longo dos processos. Isso ajuda a verificar se as mudanças propostas são sistematicamente consideradas para minimizar efeitos adversos. As mudanças são propostas, avaliadas e implementadas usando uma abordagem padronizada e sistemática que garanta consistência e as mudanças propostas sejam avaliadas em termos de impacto antecipado como um todo. O CM verifica se as mudanças são realizadas conforme requerimento e que a documentação de itens e processos reflitam sua verdadeira configuração. Um programa CM completo inclui provisões para armazenar, rastrear e atualizar todas as informações dos processos em um componente, subsistema e sistema.
Um programa CM estruturado garante que a documentação (por exemplo, requisitos, design, teste e documentação de aceitação) para itens seja precisa e consistente com o design físico real do item. Em muitos casos, sem CM, a documentação existe, mas não é consistente com o item em si. Por esse motivo, os engenheiros, empreiteiros e gerentes são freqüentemente obrigados a desenvolver documentação que reflete o status real do item antes de poderem proceder com uma mudança. Este processo de engenharia reversa é um desperdício em termos de recursos humanos e outros e pode ser minimizado ou eliminado usando CM.

"Controlar e gerenciar apropriadamente o Gerenciamento de Variações Adaptativas através do modelo CM2 é primordial para uma inteligência autônoma funcional e segura".

Joseph AndersonVP de Serviços IpX

CM2 & IPE. O Diagrama para Harmonização Digital dos Negócios

Por mais de 30 anos o Institute for Process Excellence (IpX), trouxe o modelo CM2 & IPE para ser aplicado comercialmente. CM2 passou a existir após uma reengenharia da versão CM militar. Enquanto o CM possui um foco maior de engenharia, o CM2 passou a ter uma perspectiva que abrange toda a organização, e além de abranger as definições de design, o escopo foi expandido para incluir informações que impactam segurança, qualidade, cronograma, custo, rentabilidade ou meio ambiente. Esse modelo acabou tornando-se o padrão industrial para configuração corporativa e gestão de alterações. Desde 1988, CM2 continua sendo a metodologia padrão em negócios por acomodar alterações e manter requerimentos claros, concisos e validados. O que é um pré requisito para conquistar Excelência na Integração de Processo (Integrated Process Excellence – IPE).
1
Planejamento de CM, Identificação, Controle de Alteração, Contabilidade de status, Revisões e Auditoria.
2
CM tradicional pelo padrão MIL-STDS
3
Infraestrutura para acomodar alterações e manter os requerimentos claros, concisos e validados.
4
Infraestrutura de Processos do Negócio
5
Ferramentas de habilitação
6
Todos os principais processos do negócio completamente integrados e automatizados
7
Excelência na Integração de Processos

Confira a entrevista realizada com Ray Wozny, Presidente da IpX, no 30° Simpósio de Excelência em Integração de Processos >>>

O caminho para Excelência na Integração de Processos – IPE

5 níveis da Evolução dos Processos

O caminho para excelência na integração de processos passa através de 5 níveis evolutivos. Organizações operando em modo de ações corretivas sem nenhum plano para escapar estão no nível 1. Empresas que operam dessa forma gastam cerca de 40% de seus recursos em intervenções ou ações corretivas. Excelência na integração dos processos é alcançado no nível 5 quando organizações tornam-se extremamente enxutas e ágeis.
A transição do nível 1 para o nível 5 pode ser alcançado através de 8 passos. O planejamento desenvolvido nos dois primeiros passos é o mais importante. Isso inclui a provisão para a infraestrutura de processos do negócio que pode acomodar alterações e manter toda informação associada de maneira clara, concisa e validada.
  • Nível 1 – Desavisado: Modo de Ações Corretivas – Sem plano de Escape;
  • Nível 2 – Iluminado: Há plano de Escape – Plano aprovado;
  • Nível 3 – Comprometido: Implementado no primeiro segmento – Plano validado;
  • Nível 4 – Acionado: Implementado em todos os segmentos – CM2 é confiável, rápido e eficiente;
  • Nível 5 – Excelência: Fora do modo de ações corretivas – Excelência na Integração dos Processos.
O IpX foi fundado em 1984 com o nome de Institute of Configuration Management e é reconhecido por aplicar a metodologia CM2/IPE através de treinamento e consultoria para auxiliar organizações atingirem excelência em integrações de processos de maneira eficiente e oportuna. O IpX é representado na América do Sul pela Ciclo PLM.

"Não podemos resolver nossos problemas com o mesmo pensamento que tínhamos quando criamos eles."

Albert EinsteinLendário Físico Teórico